Resenha || Emperor Of Thorns | Mark Lawrence | Darkside books


Emperor Of Thorns - Trilogia Dos Espinhos

Mark Lawrence

Título original: Emperor Of Thorns
Gênero: Fantasia
Editora: DarkSide Books
Número de Páginas: 528
Edição: 2015
Avaliação: ★★★★ ★
Sinopse: A aclamada Trilogia dos Espinhos chega ao seu grande final, depois de termos acompanhado a dolorosa e supreendente infância e adolescência de Jorg Ancrath em Prince of Thorns e King of Thorns, com todo o brilhantismo, charme, violência extrema e total crueldade deste egomaníaco romântico. Conforme Jorg cresce, seu caráter muda e ele parece encontrar algum equilíbrio em suas tendências sociopatas. Em Emperor of Thorns, vamos novamente tomando contato com as atribulações de Jorg e sua fixação em conquistar o Império Destruído com saltos entre o presente e o passado, assim como Mark Lawrence já havia feito no volume anterior. Com isso, vamos descobrindo, desvendando e nos surpreendendo com o mundo onde a história se passa e com as saídas e escolhas nada tradicionais ou lógicas que Jorg se vê obrigado a tomar em seu caminho ao trono.

Fala, galera!

Emperor of Thorns é o capítulo final da minha trilogia preferida. Neste último livro, nosso anti-herói Jorg luta com o tão temido e esperado Rei Morto, que vem sendo mencionado desde o segundo livro. Minhas expectativas era muito grande para esse vilão.

Em Emperor of Thorns a historia se passa aproximadamente dois anos após o término de King of thorns (resenha AQUI). Finalmente o congresso pra eleger o próximo imperador está chegando e todos os reis e rainhas do império estarão presentes. Jorg tentará realizar o seu maior desejo, se tornar o imperador. Em meio a isso, a maior ameaça de todos os tempos está em guerra contra os vivos. O Rei Morto, com seu exercito de mortos-vivos e seus lithkin  estão devastando todo o império, e Jorg terá de enfrentá-lo.

Esse novo vilão é muito legal e poderoso. Lawrence soube usá-lo muito bem, criando um clima e uma ansiedade para que ele apareça o quanto antes.

A historia é dividido em três tipos de capítulos, mesclados ao longo do livro. O primeiro se passa no presente, com foco principal em Jorg. O personagem agora está com vinte anos. Teve que amadurecer. Acompanhamos sua jornada para Vyene, onde ocorrerá o congresso. O segundo tipo se passa no passado, especificamente cinco anos atrás, onde Jorg está em uma jornada pelo império destruído em busca de conhecimento sobre os Construtores.

E o terceiro tipo é chamado pelo livro de História de Chella. Nele é contada a história de Chella, a necromante, que faz papel de antagonista desde o primeiro livro. Mas esse capítulo não se passa no passado, contando a origem ou jornadas de Chella, e sim ao mesmo tempo que a trama principal, mostrando Chella como uma das principais servas do Rei Morto.

A narrativa desse terceiro livro, como nos outros dois, é ótima, prende o leitor de uma forma boa, deixando-o empolgado e ansiosos, pois a maior parte do livro traz a jornada de Jorg para chegar à capital do Império, Vyene. Tem o embate ente Jorg e o Rei Morto e as criaturas malignas necromantes.

Desde o primeiro livro vem sendo falado dos Construtores. Pois é, nesse livro Lawrence amarra todas as pontas. Ficamos sabendo sobre o motivo de existir mágicas nesse mundo, que na verdade são tecnologias.

O final é épico e explosivo, pecando somente algumas vezes, onde a história fica bastante chata, fazendo com que você se perca um pouco. Mas essa, como eu já disse, é minha trilogia preferida. Por isso eu indico para todos aqueles que curtem histórias com protagonistas dúbios, com ótima trama e batalhas fascinantes.

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