Resenha || A Mamãe é Rock e O Papai é Pop 2 | Ana Cardoso e Marcos Piangers | Editora Belas-Letras


A mamãe é rock

Ana Cardoso

Gênero: Crônica
Editora: Belas-Letras
Número de Páginas: 112
Edição: 2016
Avaliação: ★★★★★
* Livro cedido em parceria com a editora e Lilian comunica
Sinopse: Este é um livro sobre a maternidade e todos os sentimentos loucos que as mães têm em relação a quem de alguma forma criam, seja um filho natural, adotivo, neto ou sobrinho. É sobre família e é sobre as mães também, esses seres que falam uma língua estranha e chata que só entende quem entra para o clube e se torna uma delas. Não se preocupe, não é um livro de lamentações. É o contrário: tem histórias engraçadas, singelas e verdadeiras. Aqueles que leram O papai é pop estão convidados a conhecer o lado mais in/tenso da experiência. A mamãe é rock é um recorte sem filtro dos divertidos e comoventes malabarismos que um casal moderno faz todos os dias para criar suas filhas.

O papai é pop 2

Marcos Piangers

Gênero: Crônica
Editora: Belas-Letras
Número de Páginas: 112
Edição: 2016
Avaliação: ★★★★★
* Livro cedido em parceria com a editora
Sinopse: O papai é pop está de volta! Marcos Piangers vai colocar você no banco de trás do carro, ao lado das filhas Anita e Aurora, para contar novas histórias – algumas comoventes, algumas divertidas e outras talvez um pouco nojentas – sobre essa coisa absolutamente comum e extraordinária que é ter um filho. Um sentimento que não se pode explicar, não se pode entender. Só se pode viver. Porque você não vai ter um filho para obter vantagens, descontos, deduções do imposto de renda ou balões de graça sempre que for ao shopping. Um filho vai esgotar suas economias e minguar suas noites de sono. Vai sujar suas camisas novas e desenhar em suas paredes. Você vai ter um filho, na verdade, por um único motivo: para aprender a amar outra pessoa mais do que a você mesmo.
Olá, leitores, hoje trouxe uma resenha dupla muito legal de dois livros lindos que chegaram por aqui esses dias, vamos conferir? 
“Ter um filho é ter superpoderes. A gente quer ser forte, ser divertida, ser justa e ser uma pessoa muito legal. Para que nossos filhos tenham orgulho de nós, queiram ser como a gente. Precisamos ser, no mínimo, supimpas o suficiente para que eles prefiram ficar do nosso lado a assistir a Peppa Pig sozinhos no quarto”.

Você já parou para se perguntar sobre como é difícil ser mãe? Não? Então vamos conversar sobre o assunto!

Ainda não sou mãe, mas creio que não precisamos ser pra entender um pouco sobre maternidade, afinal todos temos uma (às vezes representada na figura de uma avó, tia, madrinha, irmã, e por aí vai). Com esse exemplo pra lá de suficiente entendemos todos os dias o significados de amor, de empatia, de entrega total a tudo que alguém é capaz de fazer por outra pessoa.
E são justamente esses sentimentos que a Ana Cardoso nos mostra em suas crônicas divertidíssimas no livro A mamãe é Rock. Revelando que nem tudo é perfeição, aliás, com os relatos da autora percebemos que ser mãe também é aflição, confusão, diversão e mais um monte de ÃO.

A meu ver o livro nos mostra uma mãe real que quer dar o melhor para os seus filhos, mas que às vezes também quer um pouquinho de paz, quer cuidar de si...  E assim, vamos percebendo que a maternidade é alegria, é descobrimento, e como toda descoberta, traz seus momentos de dúvidas e de certezas...

Tá a gente já viu que a mamãe é rock pra poder dar conta do recado e continuar sendo a mamãe, mas e o papai? É pop mesmo? ( Tem resenha do Papai é pop AQUI)

Segundo Piangers, em O papai é pop 2 (de novo, de novo, de novo!) ele não mudaria nada da sua vida. Justamente para que hoje ele fosse exatamente do jeito que é, com a esposa e as filhas que tem!
“Não mudaria nada. Nem meus erros. Nem minhas falhas. Nem meus fracassos. Pra que vocês fossem iguaizinhas. E dessem sentido a tudo”.
Tem gente que diz que os pais não merecem tanto destaque como as mães, por que isso e por que aquilo, eu discordo. Devemos tantos aos nossos pais quanto as nossas mães, são esses dois que se sacrificam por nós enquanto não podemos resolver nossa vida sozinhos. E mesmo quando já sabemos são os dois quem nos apoiam e nos mostram o melhor caminho.

Mas, voltando para os pais... Quem nunca considerou o seu pai (avó, tio, padrinho, irmão) um herói? Quem nunca pediu pra ele construir coisas mirabolantes pra você brincar? Quem nunca confiou nele de olhos fechados?

Pois é, o papai é pop mesmo, por que nunca se arrependeu de nada, e erraria tudo de novo, só pra ter a gente por perto.

Ler esses dois livros foi um presente! Ter noção de todos os desafios e delicias da maternidade e da paternidade foi de certa forma passar a dar mais atenção aos pequenos gestos de amor e dedicação que se repetem desde a infância até hoje. Ana e Piangers contaram coisas rotineiras que fazem toda a diferença na compreensão do que é ser mãe e ser pai. 

A leitura foi muito gostosa, e rápida. Os dois livros estão lindamente ilustrados e também são interativos, com direito a jogo dos sete erros, e recorte e colagem. Vale muito a leitura, seja você pai, mãe, futuro pai, futura mãe, filho, filha... Boa leitura! 

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